quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

ISABEL PINTO LANÇA LIVRO “FAMÍLIA”

A fotógrafa Isabel Pinto lança amanhã o livro “Família”, editado pela 101 Noites.

Isabel Pinto é apaixonada por pessoas e passou 20 anos a fotografá-las, desde indivíduos anónimos à sua família, amigos e algumas figuras públicas. Este livro resulta da selecção das suas imagens favoritas sobre episódios em família, entre momentos espontâneos de cumplicidade ou retratos estudados. O prefácio é da autoria da jornalista e sua amiga Paula Moura Pinheiro.

Portuguesa de nacionalidade e africana de coração, Isabel Pinto viveu a sua infância em Moçambique, país que marcou para sempre o seu gosto por grandes espaços, luz vibrante e o lado luminoso da vida. Os seus temas preferidos são os retratos, moda, flores, cozinha, viagens e ambientes. Ao longo da sua carreira na área da fotografia, passou por revistas como Marie Claire, Máxima e Elle com editoriais de moda e retratos, e criou a imagem das marcas Lanidor, Petit Patapon e Papo d'Anjo. Fotografou para o mais recente livro de cozinha de Mafalda Pinto Leite e é autora de capas de disco de Mariza, Carminho, Aldina Duarte, Camané, António Pinho Vargas e Tereza Salgueiro.

“Não há formulações científicas, estritamente teóricas e racionais, que consigam uma real aproximação ao milagre da pele que respira, de uns olhos sorridentes ou marejados, de umas mãos calejadas, do abraço de uma mãe ao seu filho, da incrível vulnerabilidade de uma cria, humana ou animal. O mergulho por que tanto ansiava consegui-o através da lente da minha máquina fotográfica. Há 16 anos, larguei o conforto e a segurança da carreira de professora de liceu e investi tudo, investi-me toda, na fotografia. Hoje, muitos milhares de fotografias depois, revejo os rostos, os corpos, as árvores, os desertos, os mares, as construções do melhor da humanidade que captei em filme e verifico que é, ainda e sempre, o meu deslumbramento inicial que conduz o meu olhar”, afirma Isabel Pinto.

O livro “Família” estará nas livrarias amanhã, por 39.90 euros.

http://www.isabelpinto.com/

LOUIS VUITTON CELEBRA O NATAL

Dos artigos em pele aos acessórios e óculos de sol, dos relógios à joalharia, a Louis Vuitton dá cor e brilho ao Natal de 2009, apresentando uma série de ideias para presentes, desde os seus produtos mais emblemáticos às suas criações mais recentes.

As icónicas telas Monograma e Damier surgem em artigos variados, incluindo as malas Stresa e Speedy, a nova linha Totally Monogram e as práticas carteiras “Modulo” com a tela Damier Graphite, que é já um ícone da Louis Vuitton.

Numa luxuosa pele “Epi”, as novas malas “Epi Electric” são um exemplo de elegância discreta, realçando a pele canelada com o seu novo aspecto brilhante e as suas novas formas.

O Natal será mais colorido com as carteiras “Flocons” em tons de prata, pérola ou azul, que combinam na perfeição com as malas Wilshire e Melrose em Monogram Vernis.

As intemporais colecções de relógios conciliam criação com know-how. O novo Tambour in Black GMT, um relógio masculino, táctil e técnico, e o Tambour Forever Diamonds, um relógio feminino e elegante com a bracelete em pele azul escura, são exemplos disso.

A variada colecção de agendas constitui também uma ideia original e criativa para presente.

A Louis Vuitton apresenta, assim, um mundo de surpreendentes e desejáveis surpresas.

JEREMY SCOTT INOVA COM A PLIAGE “BONES”



Jeremy Scott voltou a colaborar com a marca francesa Longchamp na concepção de uma nova it bag: a Pliage “Bones”.

O designer recriou a icónica bolsa Pliage, decorando-a com uma estampagem neo-pré histórica inspirada nos "Flintstones”, o tema da colecção de pronto-a-vestir Primavera/Verão 2010, apresentada em Londres. Imagine pequenos ossos brancos a entrar e sair de forma divertida de uma mala de lona em tons rosa pastilha. Esta é a nova Pliage “Bones”, de edição limitada, que estará disponível nas lojas da Longchamp, a partir do próximo dia 15 de Dezembro.

terça-feira, 24 de Novembro de 2009

MIGUEL VIEIRA LANÇA COLECÇÃO DE MOBILIÁRIO

Miguel Vieira, um grande apaixonado pela área de mobiliário, acaba de lançar a nova linha Miguel Vieira Casa. O designer de moda tem vindo a dedicar-se a diversos projectos paralelos à moda e a decoração surge, agora, como o desafio ideal no seu percurso.

Este novo projecto surgiu na sequência de uma parceria do atelier Miguel Vieira com uma empresa de mobiliário portuguesa, algo que estava há vários anos nos horizontes do designer e que resultou numa “colecção criada a pensar no meu tipo de casa ideal. Uma colecção que consegue mobilar todas as divisões de uma casa, onde a palavra de ordem é o design”, explica Miguel Vieira. “À semelhança da importância que tenho dado às minhas criações de “alfaiataria”, nomeadamente no que diz respeito ao interior dos fatos, esta linha mantém o factor surpresa de igual forma. Ao interior de cada peça de mobiliário é dada uma importância grandiosa. Os acabamentos revelam uma minúcia e um detalhe surpreendentes”.

“O conceito que orientou a criação da colecção foi o encontro da sintonia perfeita entre um design de perfil contemporâneo e o intimismo, a elegância e a liberdade que permitem criar um ambiente moderno mas também confortável e requintado. São exploradas diversas facetas de estilo que permitem criar peças sofisticadas e cheias de personalidade. Para além da perspectiva utilitária, cada peça expressa um valor próprio, semelhante à personalidade humana”.

A colecção Miguel Vieira Casa apresenta peças de mobiliário que privilegiam o design e a durabilidade, apostando em madeiras exóticas (ébano e nogueira americana) e acabamentos luxuosos (lacados, talha de ouro e tecidos jacquard desenvolvidos em atelier). Os formatos são pouco convencionais - há peças cuja estrutura clássica foi totalmente subvertida - e as proporções, as formas e as volumetrias são continuamente depuradas. Branco puro e cerâmica, champanhe, bege, pérola, amarelo, verde, amora silvestre, violeta, rosa e preto são as cores predominantes.

“Trata-se de um projecto que me apaixona bastante pois une ousadia e equilíbrio. Sinto que criei peças que emanam charme e sofisticação em todos os detalhes, e cujas influências são ao mesmo tempo contemporâneas e clássicas”, conclui Miguel Vieira.

FIGURAS INVISÍVEIS

Jinyoung Yu é um jovem escultor coreano, que cria bonecos em vidro. Um dos seus projectos principais apresenta figuras que ocultam os seus tormentos com máscaras ou sobre fundos de flores. “A family in disguise” tem como tema central o papel do indivíduo na sociedade, começando pela família. Com esta série, Jinyoung Yu procura camuflar os sentimentos dos vários elementos de uma família, escondendo o seu verdadeiro estado emocional para aparentar o que usualmente seria “natural”.

Jinyoung Yu retrata a realidade e ilusões de uma família num espaço extremamente exíguo chamado casa. A família quer fechar os olhos a todas as discordâncias e recusa exposições ao mundo exterior. Para ocultar as tristezas da família, o artista usa um colorido padrão floral na parede, nas roupas e nas sombras. As flores podem parecer decorações para dar as boas vindas aos convidados, mas a verdadeira intenção do artista é que funcionem como ferramentas de disfarce, mais do que elementos decorativos.







segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

CHANEL EM XANGAI

Na próxima quarta-feira, 25 de Novembro, a casa Chanel inaugura uma nova loja em Xangai. A China tornou-se um mercado-chave para a indústria da moda de luxo, e Karl Lagerfeld quer que a abertura desta loja seja realmente especial, pelo que criou uma colecção exclusiva para o novo espaço.

A nova linha será apresentada em Xangai no próximo dia 3 de Dezembro e inclui as peças mais emblemáticas da marca, desde as clássicas malas acolchoadas em musselina de seda aos icónicos casacos em tweed, na cor da bandeira chinesa: vermelho. A colecção de senhora inclui também estolas estampadas em musselina de seda. Para homem, existem calças em cetim e blazers em lã com gola Mao, num total tributo à cultura chinesa.

Para mostrar o processo criativo desta nova colecção, a casa Chanel criou uma série de vídeos, que mostram não só os desenhos, mas todo o trabalho de elaboração das peças, e convida-nos a entrar nos ateliers de bordados Lesage e de plumas Lemarié, assim como na casa de chapéus Michel, Desrues, Massaro. Abaixo os quatro primeiros episódios de um total de treze.










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